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12 fevereiro 2007

prá carmem!

(dê um click no titulo para ouvir a marchinha prá carmem!)
Música de S. Pedro vence nacional de marchinhas
Bete Bissoli foi a autora de "Pra Carmem"
Fonte: www.EPTV.COM


11/02/2007 - 23:02 - A compositora de São Pedro, Bete Bissoli, foi a grande vencedora do 2º Concurso Nacional de Marchinhas, organizado pela Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. Ela compôs a música “Pra Carmem”, uma homenagem à “Pequena Notável”, Carmem Miranda.

A marchinha de Bete Bissoli foi a única escolhida no Estado de São Paulo. “Estava andando no quintal e veio a idéia do compor a marchinha”, conta a compositora que em 2006 foi uma das finalistas do Festival Viola de Todos os Cantos, organizado pela EPTV, concorrendo com a música “Alma Pantaneira”.

O resultado do concurso de marchinhas foi divulgado neste domingo (11) no programa da Rede Globo “Fantástico”. Quarenta e nove por cento dos eleitores escolheram a música da autora da região de Campinas. “Sensacional. Este concurso é maravilhoso”, disse Bete Bissoli assim que soube do resultado ao vivo no Fantástico.

Pra Carmem
Autora: Bete Bissoli; intérprete: Soraya Ravenle
Pra cá, pra lá, pra cá
Balangandã, turbante e tafetá
Requebro tropical
Nossa cantora brasileira e universal
Sorriso faceiro e adorável
Eternamente vai brilhar
Taí, Pequena Notável
Babados pra cá e pra lá
Pra cá, pra lá, pra cá
Balangandã, turbante e tafetá
Requebro tropical
Nossa cantora brasileira e universal
Na sua última viagem
Eu posso até imaginar
Estrelas dando passagem
Pra Carmem Miranda passar

02 fevereiro 2007

prá carmem!

vale a pena ouvir! e votar!
bete bissoli, compositora, finalista do concurso de marchinhas de carnaval promovido pela globo com a música prá carmem.

jornal de piracicaba:
Música
Autora de S. Pedro é finalista em concurso
‘Pra Carmem’, de Bete Bissoli, é uma das 10 finalistas em concurso nacional de marchinhas promovido pela Fundição Progresso e Globo
Depois de receber 1.112 inscrições de 20 Estados brasileiros, a equipe de produção da Fundição Progresso, em parceria com o Fantástico, da Rede Globo, anunciou os dez finalistas do 2º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas da Fundição Progresso – Prêmio Chiquinha Gonzaga.
Entre os selecionados destaca-se a compositora Bete Bissoli, 59, de São Pedro – a única representante do Estado de São Paulo a chegar à final – com a marcha “Pra Carmen”, em homenagem a Carmen Miranda (1909-1955). A seleção é feita por um júri especializado e por voto popular no site do Fantástico.
“De mais de 100 composições que tenho prontas só tenho uma marchinha carnavalesca e foi esta que mandei para o concurso do Fantástico”, conta Bete. “Escrevi ‘Pra Carmen’ há sete anos em homenagem a Carmen Miranda, que para mim é um dos ícones da nossa música. Eu havia me esquecido do concurso e quando me ligaram fiquei muito feliz. Para mim é uma grande alegria representar a nossa cidade e principalmente o nosso Estado neste concurso”, fala Bete.
“Pra Carmen” é interpretada pela cantora Soraya Ravenle, do Rio de Janeiro. “Ela é excelente. Fez parte do grupo vocal Arranco de Varsóvia (o qual a cantora Zélia Duncan também chegou a integrar) e também participou como atriz e cantora de montagens como ‘Ópera do Malandro’, de Chico Buarque, e ‘South American Way’, de Miguel Falabella e Maria Carmen Barbosa. Na última, interpretou Carmen Miranda”, conta Bete.

VOTAÇÃO – Para votar na marchinha ‘Pra Carmen’ é simples. O internauta deve entrar no site do Fantástico (www.globo.com/fantastico) e acessar um link chamado “Você no Fantástico – Vote na sua marchinha preferida”. “Pra Carmen” é a segunda canção da lista de opções. Depois de selecioná-la, o usuário deve digitar uma palavra surpresa em um campo de opções e enviar o voto para ser computado. A marchinha mais votada no site estará automaticamente classificada para a grande final, que será realizada no dia 11 de fevereiro, em um baile na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. As outras duas finalistas serão escolhidas por um júri especializado e a grande campeã será escolhida pelo público em outra votação – ao vivo – durante o Fantástico.
Além de “Pra Carmen” foram selecionadas “Marcha da Descompostura”, “Salão da Ilusão”, “Falso Arlequim”, “Canguru Perneta”, “Tapa na Pantera”, “Espírito de Carnaval”, “Quero Paz”, “Só Depois do Carnaval” e “Velho Palhaço”.

INFLUÊNCIAS – Nascida em São Pedro e formada em jornalismo pela Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba), Bete Bissoli cresceu ouvindo música. “Meu pai era violonista e minha mãe sempre cantava sucessos da época áurea da Rádio Nacional. Me lembro de rodas de choro, samba-canção. A minha família tinha muitos amigos músicos e instrumentistas”, relembra.“Fui fisgada mesmo pela bossa nova. A vanguarda paulistana de Itamar Assunção, Vania Bastos e Ná Ozetti também foi importante para a minha formação”, diz. “Mas eu não me restrinjo a um único estilo musical. Tenho composições dos mais variados estilos, da música raiz à urbana. Trabalho entre o simples e o sofisticado, entre o lírico e o contundente. Faço de tudo”.
Essa não é a primeira vez que Bete inscreve uma de suas composições em festivais. Na última edição do Viola de Todos os Cantos ela foi uma das finalistas com a composição “Alma Pantaneira”, em parceria com Carlinhos Veroneze, na categoria regional.

SERVIÇO – Para votar em “Pra Carmen”, no 2º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas da Fundição Progresso – Prêmio Chiquinha Gonzaga acesse o site do Fantástico (www.globo.com/fantastico).

02 janeiro 2007

beautiful


she is beautiful!

26 abril 2006

vermelho de vergonha

É uma vergonha!
Boris Casoy
Folha de S. Paulo
28/03/06

Jamais o Brasil assistiu a tamanho descalabro de um governo. Quem se der ao trabalho de esmiuçar a história do país certamente constatará que nada semelhante havia ocorrido até a gestão do atual ocupante do Palácio do Planalto. Há, desde o tempo do Brasil colônia, um sem número de episódios graves de corrupção e de incompetência. Mas o nível alcançado pelo governo Lula é insuperável.

Não se trata de um ou de alguns focos de corrupção. Vai muito além. Exibe notável desprezo pelas liberdades e pela democracia.

Manipula a máquina administrativa a seu bel-prazer, de modo a colocar o Estado a favor de sua inesgotável sanha de poder. Um exemplo mais recente é a ação grotesca contra um simples caseiro, transformado em investigado por dizer a verdade depois de ser submetido a uma ação de provocar náuseas em qualquer stalinista.

Não se investiga o ministro Palocci, acusado de freqüentar um bunker destinado a operar negócios escusos em Brasília e de ter mentido a respeito ao Congresso. Tenta-se, a qualquer preço, desqualificar a testemunha para encobrir o óbvio. E o desespero da empreitada conduziu a uma canhestra operação que agora o governo pretende encobrir, inclusive intimidando o caseiro.

Do presidente da República, sob a escusa pueril de dever muito a Palocci (talvez pela conquista do troféu dos juros mais altos do mundo e pelo crescimento ridículo do PIB), só se ouve a defesa pífia dos que não conseguem dissimular a culpa. A única providência das autoridades federais foi um simulacro de investigação, com a cumplicidade da Caixa Econômica Federal. Todos os limites foram ultrapassados; não há como o Congresso postergar um processo de impeachment contra Lula. Ou melhor, a favor do Brasil.

O argumento para não afastar Lula, de que sua gestão vive os últimos meses, é um auto-engano! A proximidade das eleições faz com que o governo use e abuse ainda mais do poder. Desde o início, este governo é envolvido na compra de consciências, na lubrificação da alma de órgãos de comunicação por meio de gigantescas verbas publicitárias e de perseguir os que lhe negam aplauso.Outro argumento usado para não afastar Luiz Inácio Lula da Silva é a sua biografia, a saga do trabalhador, do sindicalista que chegou a presidente. Ora, aquele metalúrgico já não existe há muito tempo. Sua legenda enferrujou. Foi tragado por sua verdadeira figura, submetido a uma metamorfose às avessas.

As razões legais para o processo de impeachment gritam no artigo 85 da Constituição, que versa sobre os crimes de responsabilidade do presidente. Basta ler os seguintes motivos constantes da Carta Magna para que o Congresso promova o processo de impeachment de Lula: atentar contra o livre exercício do Poder Legislativo, contra o livre exercício dos direitos individuais ou contra a probidade da administração. Seguem alguns exemplos ilustrativos.

No "mensalão", fato que Lula tentou transformar em um pecadilho cultural da política brasileira, reside um grave atentado contra o livre funcionamento do Congresso Nacional. A compra de consciências não só interferiu na vida do Poder Legislativo como também demonstrou a disposição petista de romper a barreira entre a democracia e o autoritarismo, utilizando a máxima de que os fins justificam os meios.

Jamais as instituições bancárias estatais foram tão agredidas. O Banco do Brasil teve seu dinheiro colocado a serviço de interesse escusos; a Caixa Econômica Federal também, demonstrando que o sigilo bancário de seus depositantes foi posto à mercê da pilantragem política.No escândalo dos Correios, mais que corrupção, foi posto a nu, além do assalto aos cofres públicos, um cuidadosamente urdido esquema de satrapias destinado a alimentar as necessidades pecuniárias de participantes da mesma viagem. Como costuma acontecer nesses casos, o escândalo veio à tona na divisão do botim.

Causa perplexidade, também, a maneira cínica com que o governo tenta se defender, usando todos os truques jurídicos para criar uma carapaça que evite investigações de suspeitas gravíssimas em torno do presidente do Sebrae, o generoso Paulo Okamotto, pródigo em cobrir gastos do amigo Lula - sem que ele saiba. Aliás, ele nunca sabe de nada...

Lula passará à história, além de tudo, como alguém que procurou amordaçar a imprensa com a tentativa da criação de um orwelliano "conselho" nacional de jornalismo e com uma legislação para o audiovisual, que tentou calar o Ministério Público pela Lei da Mordaça e que protagonizou uma pueril tentativa de expulsar do país um correspondente estrangeiro que lhe havia agredido a honra.

Neste momento grave, o Congresso Nacional não pode abdicar de suas responsabilidades, sob o perigo de passar à história como cúmplice do comprometimento irreversível do futuro do país. As determinantes legais invocadas para o processo de impeachment encontram, todas elas, respaldo nos fatos.

Mas, infelizmente, na Constituição brasileira falta uma razão que bem melhor poderia resumir o que estamos assistindo: Lula seria o primeiro presidente a sofrer impeachment não apenas pela prática de crimes de responsabilidade mas também pelo ímpar conjunto de sua obra.

Boris Casoy, 65, é jornalista. Foi editor-responsável da Folha de1974 a 76 e de 1977 a 84. Na televisão, foi âncora do TJ Brasil (SBT) e do Jornal da Record (Rede Record).É uma vergonha!Boris CasoyFolha de S. Paulo28/03/06

11 outubro 2005

madame lee

ontem assisti ao novo programa da gnt, madame lee.
com a rita lee e roberto de carvalho. inteligente, interessante, com cenário maravilhoso e, claro, cheio de improvisos e muita loucura.
a entrevistada era marília gabrila. linda, intelingente, loura e com um príncipe a tiracolo. ela disse que beijou muitos sapos até encontrar seu príncipe e, a propósito, ele já era príncipe... não há como discutir essa afirmação, of course.
voltanto a rita lee, ela é maluca, porém inteligente e inusitada!!
fez lá um ritual para a marília gabriela, onde ela massageou seus pés,colocou arrudas e ervas entre seus dedos e lhe deu um patuá.
enquanto roberto de carvalho comentava diversos assuntos com a entrevistada, devidamente deitada em um divã...
interessante, esquisito.
eu gostei.
essa semana tem tom zé... não vai dar ´prá perder.